Sindicato da Alimentação de Alegrete

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Marcos Rosse-Presidente

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Seguro-desemprego sobe 5,56% e passa a ter teto de R$ 1.304,63

16/01/2014 18h19 - Atualizado em 16/01/2014 18h19


Codefat manteve reajuste do seguro-desemprego somente pelo INPC.
Governo prevê que 8,6 milhões tenham acesso ao benefício este ano.

Do G1, em São Paulo
O Ministério do Trabalho e Emprego divulgou nesta semana os novos valores do seguro-desemprego. O reajuste entrou em vigor no dia 11 de janeiro e fixou o teto do benefício em R$ 1.304,63.
No final do ano passado, o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) decidiu manter a regra de correção do valor do seguro-desemprego somente pela variação da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que fechou 2013 em 5,56%. Até 2012, o reajuste era feito pela inflação e pelo crescimento do PIB.
Valor muda segundo faixa salarial
A resolução foi publicada no Diário Oficial no dia 10 de janeiro. Pelas regras, são três faixas salariais usadas no cálculo do benefício.
O trabalhador cuja média dos últimos 3 salários anteriores à demissão for de até R$ 1.151,06 tem direito a um seguro-desemprego equivalente a 80% da média salarial. O valor do benefício não poderá, porém, ser inferior ao valor do salário mínimo, atualmente em R$ 724.
Já no caso de um salário médio de R$ 1.151,07 a R$ 1.918,62, o valor será multiplicado por 0,5 (50%) somado a R$ 920,85. No caso de salários médios acima de R$ 1.918,62, o valor do seguro-desemprego será de, invariavelmente, R$ 1.304,63
O Ministério do Trabalho e Emprego estima que 8,6 milhões de trabalhadores tenham acesso ao benefício este ano, o que corresponderá a um gasto em torno de R$ 33 bilhões.
Alteração no reajuste foi feitra em 2013
O formato de correção do seguro-desemprego, para quem ganha acima do salário mínimo, mudou no começo de 2013. Até então, o benefício considerava a mesma taxa de correção do salário mínimo (que sobe de acordo com o PIB e com o INPC). No ano passado, avançou menos: 6,2%. Se o modelo anterior fosse mantido (INPC mais variação do PIB, que é o cálculo de correção do salário mínimo), a correção teria sido maior, de 9%

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Indústria reduz pagamento a trabalhador pela 1ª vez desde 2010


Sílvio Guedes Crespo
Atualizado às 13h08*
industria shutterstock
Após anos de aumento contínuo de salários sem uma elevação correspondente da produtividade, a indústria reduziu o pagamento aos trabalhadores.
Em novembro, cada funcionário recebeu, em média, 2% menos do que em igual mês de 2012. Nesse tipo de comparação, os gastos dos industriais por trabalhador não caíam desde maio de 2010 (veja gráfico abaixo).
Os números foram divulgados nesta terça-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e se referem ao pagamento real, ou seja, corrigido pela inflação.
folha de pagamento por trabalhador industrial
Como a inflação foi de quase 6% no ano passado, pode-se deduzir que os gastos por trabalhador não diminuíram nominalmente. O que ocorreu foi uma perda do poder aquisitivo. Dito de forma mais clara, a inflação está corroendo o salário do funcionário industrial.
Ao mesmo tempo, essa situação pode permitir ao patrão realizar um ajuste que vem buscando há meses. Se a empresa consegue aumentar o preço dos seus produtos sem elevar na mesma proporção os gastos por trabalhador, ela aumenta sua produtividade e tem mais chance de se manter no mercado ou mesmo se expandir futuramente.
Emprego
A indústria vem cortando empregos desde 2011. O número de trabalhadores ocupados no setor diminuiu em todos os meses desde outubro daquele ano, sempre na comparação com igual período do ano anterior. Porém, os gastos das empresas com salários não caíam (gráfico abaixo).
pessoal ocupado industria
Esta aparente contradição – corte de empregos combinado com aumento de gastos com salários – ocorreu possivelmente porque os demitidos encontraram trabalho no setor de serviços.
Outro possível motivo da contradição está no custo da demissão. Os encargos trabalhistas pagos após os cortes entram na estatística como parte da folha de pagamento.
O que está havendo
A indústria brasileira está em crise. De janeiro a novembro do ano passado (dado mais recente), a produção aumentou apenas 1,4%, segundo o IBGE – crescimento insuficiente para compensar a queda de 2,5% registrada em igual período de 2012.
Permanecem os velhos problemas que as empresas sempre tiveram no país, como a infraestrutura precária, a burocracia excessiva, os juros altos (que apesar de terem caído em comparação com 20 anos atrás, ainda são elevados em relação à maioria dos países) e outros.
Mais recentemente, acrescentou-se a isso outro fator: o aumento de salários. Em 2003, somente 19% dos acordos coletivos entre patrões e empregados resultou em reajuste acima da inflação, segundo o Dieese. Já em 2012, a proporção saltou para 95%.
O setor de serviços consegue mais facilmente repassar esse aumento salarial para os preços. Não dá para importar, por exemplo, um corte de cabelo. Quando o dono do salão se vê obrigado a dar reajuste para o funcionário, ele pode simplesmente subir o preço do corte, se houver quem pague. E tem havido.
Já a indústria, que enfrenta a concorrência externa, não pode fazer o mesmo. Se a mercadoria nacional fica mais cara que a estrangeira, o cliente simplesmente opta pelo produto importado.
Para se adaptar, no ano passado a indústria passou por um ajuste. O setor reduziu seu quadro de pessoal e investiu em máquinas. De janeiro a novembro, a produção de bens de capital (equipamentos usados na produção) cresceu 14%. Ao mesmo tempo, as empresas demitiram funcionários, como aponta o gráfico acima.
O ajuste pode não ter terminado ainda, de modo que tenhamos mais cortes na indústria nos próximos meses. O movimento pode beneficiar o setor, sem um custo social alto, pois a taxa de desemprego continua no patamar mais baixo desde 2002.
Ao mesmo tempo, a recente alta do dólar, por causa da recuperação americana, também pode ajudar a indústria. Mas aqui existem dois “poréns”. Primeiro, muitas das máquinas usadas no setor são importadas, de modo que a desvalorização do real aumenta parte dos custos. Em segundo lugar, ao mesmo tempo em que o dólar alto barateia os produtos nacionais, a inflação os encarece. Os ganhos de competitividade gerados pelo câmbio são parcialmente comidos pela alta dos preços.
Ainda, deve-se considerar que o crédito tende a se expandir em ritmo mais lento em 2014 – de forma que as pessoas terão menos dinheiro para consumir bens industriais. Para piorar, a taxa de juros está subindo, o que desestimula os investimentos.
Não me parece que exista uma saída, portanto, que não passe pelo aumento da produtividade do país como um todo, por meio de mais leilões de infraestrutura. Eles não só trazem dinheiro ao Brasil, como barateiam os custos das empresas. As concessões precisam acelerar.

PISO REGIONAL 2014

Aos sindicatos filiados, Trabalhadores e Empresas do Ramo  da Alimentação do RS. com data-base em maio e  junho,  vigência 2013/2014.


A Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação do Estado do RS,  preocupada com as constantes defasagens que o piso de ingresso vem sofrendo ao longo dos anos, decorrentes da política de valorização do piso regional do Rio Grande do Sul, em sua Convenção Coletiva de Trabalho negociada com as empresas criou um dispositivo que antecipa o percentual de reajuste encaminhado pelo Governo do Estado e aprovado pela Assembléia Legislativa.

Dessa forma, conforme negociação coletiva,  será repassado o reajuste para os  trabalhadores com percentual correspondente para cada setor da alimentação a fim de que , aos que, porventura,  estejam abaixo do valor do piso regional de R$ 908,12 (novecentos  e oito reais e doze centavos) negociados para as respectivas  datas-base  devam  ser corrigidos a partir de 1º de fevereiro de 2014.

Sendo assim, nenhum trabalhador contratado a partir de 1º de fevereiro de 2014  poderá receber  um piso inferior a R$ 908,12 (novecentos e  oito reais e doze centavos).   


Valdemir Corrêa
_______________
 Presidente  FTIA/RS


sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Inflação oficial fecha 2013 em 5,91%,


Variação do IPCA ficou dentro do teto da meta do Banco Central.
Em dezembro, taxa ficou em 0,92%, a maior para o mês desde 2002.

Do G1, em São Paulo e no Rio
211 comentários
Evolução do IPCA em 2013 (Foto: Editoria de Arte/G1)
Em 2013, os consumidores pagaram mais por produtos e serviços do que no ano anterior. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a "inflação oficial" do país, por ser usado como base para as metas do governo, passou de 0,54% em novembro para 0,92% em dezembro, fechando o ano em 5,91%, conforme divulgou, nesta sexta-feira (10), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
As maiores influências para o aumento de preços partiu, em dezembro, dos gastos com transportes e, no ano todo, dos alimentos e das bebidas.
Em dezembro de 2012, o índice havia subido 0,79% e, no ano, de 5,84%. Apesar de o índice ter avançado em 2013, ainda ficou dentro do teto da meta de inflação do Banco Central, de 6,5%.
A estimativa do mercado financeiro era que o IPCA de 2013 fecharia em 5,74%. Já o ministro da Fazenda, Guido Mantega, previa que a inflação ficaria próxima da registrada em 2012.
Maior variação em 10 anos
De acordo com a pesquisa, a variação do índice em dezembro é a maior desde abril de 2003, quando ficara em 0,97%. Considerando apenas os meses de dezembro, é o avanço mais intenso desde 2002, que chegara a 2,10%.
Entre os nove grupos de gastos analisados peloIBGE para calcular o IPCA, o de transportes registrou a maior variação, de 1,85%, contra a de 0,36% no mês anterior, e exerceu o maior impacto na taxa de dezembro. 
O que mais puxou o preço dos transportes para cima - influenciando fortemente o avanço do IPCA - foram os aumentos de preços da gasolina, reajustados em 30 de novembro pelo governo, e de passagens aéreas, que ficaram 4,04% e 20,13% mais caras, respectivamente.
Evolução da variação mensal do IPCA (Foto: Editoria de Arte/G1)
Considerado ao longo do ano como o vilão da inflação, a inflação dos alimentos e das bebidas também avançou, de 0,56% em novembro para 0,89% em dezembro. Apesar de sua variação não estar entre as três maiores, o grupo teve a segunda maior influência no cálculo do IPCA.
Com segunda maior variação entre os grupos analisados, o de despesas pessoais subiu 1%, após ter registrado aumento de preços de 0,87% em novembro.
Exerceram as principais influências os preços relativos a empregados domésticos, que tiveram alta de 0,86%, e de excursões, que subiram mais ainda, 8,89%. Na sequência, estão as elevações de preços de cabeleireiro, que avançaram 1,99%, e de manicure, 1,55%.
De novembro para dezembro, também tiveram aumento os preços de artigos de residência, que pularam de 0,38% para 0,89%. Os preços de eletrodomésticos, que são usados no cálculo da variação desse grupo, subiram 1,78% e os de serviços de conserto e manutenção da casa, 1,06%.
O grupo de comunicação, que tem um peso menor no IPCA, passou de 0,40% para 0,74% e de saúde e cuidados pessoais manteve a taxa do mês anterior, de 0,41%.
Na análise por regiões, a inflação pesou mais no bolso dos consumidores da região metropolitana de Salvador (1,34%), em grande parte pelo aumento da gasolina (15,85%) e do etanol (8,43%).
O alívio da alta de preços foi sentida na região metropolitana de Belém, cuja taxa ficou em 0,63%, a menor entre as capitais pesquisadas em dezembro, segundo o IBGE.
Farinha e lanches mais caros
No ano de 2013, a inflação dos alimentação e bebidas, que tem maior peso no cálculo do IPCA e é mais facilmente percebida pelos consumidores, registrou a maior alta, de 8,48%, e a maior influência, entre os nove grupos de despesas pesquisados pelo IBGE.
No entanto, na comparação com o resultado de 2012, que acumulou aumento de 9,86%, a inflação dos alimentos em 2013 foi mais branda. No ano passado, pesaram as variações de preços de alimentos consumidos fora de casa, puxada por lanche e café da manhã, que subiram perto de 12%, e dos alimentos consumidos dentro de casa, com destaque para o avanço de preços de farinha de trigo, batata inglesa e feijão preto.
O grupo de gastos com transporte mostrou uma variação menor que a dos outros grupos, mas não menos importante, já que é o segundo de maior peso no orçamento das famílias. A taxa passou de 0,48% para 3,29%, influenciada pelos preços de combustíveis e automóveis.
IPCa grupos (Foto: Editoria de Arte/G1)
Na sequência, enntre as maiores variações está a dos preços relativos a despesas pessoais, que acumulou alta de 10,04% para 8,10%. Ficaram mais caros os gastos com empregados domésticos, cujo reajuste nas despesas foi de 11,26%. Na sequência estão cigarro (15,33%), manicure (11,01%), hotel (10,81%), costureira (7,03%) e cabeleireiro (8,05%).
O grupo de gastos com educação também teve forte variação, mas próxima da de 2012: de 7,78% passou para 7,94%, com os maiores destaques partindo dos preços de mensalidades dos cursos regulares (8,22%) e de cursos diversos, como de idioma e informática (9,29%).
Os artigos de residência mostraram uma forte expasão de preços, de 0,84% em 2012 para 7,12% no ano seguinte. No entanto, como não tem grande peso no cálculo do IPCA, não exerceu forte impacto. Sem a isenção ou redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), os preços voltaram a subir em 2013.
Também ficou acima do IPCA acumulado no ano a variação dos preços relativos à saúde, que foi de 5,95% para 6,95%, puxada, principalmente, pelos planos de saúde, cujas mensalidades ficaram 8,73% mais caras. 
Puxadas pelo preço da energia elétrica, que acumulou queda de 15,66%, em média, no ano de 2013, as despesas com habitação mostraram uma variação fechada de 3,40%, abaixo da de  6,79% em 2012.
INPC
O IBGE também divulgou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) variou 0,72% em dezembro, contra 0,54% no mês anterior e fechou 2013 em 5,56%, abaixo da taxa de 6,20%.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

MATERIA CNTA SUL POR LUIZ ARAUJO.

JUSTIÇA DETERMINA REINTEGRAÇÃO DOS TRABALHADORES DA EMPRESA MARFRIG DE SÃO GABRIEL!

STIA SÃO GABRIEL OBTÉM UMA GRANDE VITÓRIA PARA OS TRABALHADORES DA ALIMENTAÇÃO!

Em sentença proferida pela Justiça do Trabalho, em razão da ação civil pública movida pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação de São Gabriel - RS, entidade filiada a CNTA - Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins, a excelentíssima Juíza do Trabalho Glória Valéria Bangel, no dia 19 de dezembro do corrente ano, determinou a reintegração de todos os trabalhadores demitidos pelo frigorífico Marfrig daquela cidade entre fevereiro de 2013 a julho de 2013, demitidos sem justa causa, mantidas as mesmas condições de antes da demissão, salvo condições mais favoráveis desde que com a concordância do empregado e a assistência da entidade sindical.
Além disso ficou determinado que a empresa abstenha-se de praticar novas demissões sem que o sindicato seja comunicado e chamado a negociar sob pena de multa.
Para Gaspar Neves, presidente do STIA São Gabriel, a sentença faz justiça aos trabalhadores uma vez que a empresa praticou demissões em massa sem comunicação e negociação prévia com a entidade, causando um prejuízo muito grande não só aos trabalhadores da alimentação da empresa marfrig, como a comunidade de São Gabriel como um todo pelo problema social decorrente de um número muito grande de pessoas desempregadas.
-Sempre defendemos que o que a empresa estava praticando era demissão em massa, e que da forma como foi feita era ilegal, e antes das providências legais, alertamos a empresa que não nos deu atenção. Agora a justiça do trabalho, felizmente, mostra para todos nós que o poder econômico não está acima do interesse social, por tanto, a marfrig terá de reintegrar os que foram demitidos. Só espero que isso sirva de exemplo para que outros grupos econômicos não venham a agir dessa forma, pois o mal que causam com a aflição de famílias inteiras, como foi nesse ano de 2013, por mais que a sentença nos seja favorável, não pode ser recuperado, mas pelo menos, o sentimento de que a justiça está sendo feita nos dá ânimo para prosseguir a luta em defesa dos trabalhadores. Afirmou Gaspar!
Pòr: Luiz Araújo 

A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA APROVOU!

DEPUTADOS ESTADUAIS DO RS APROVAM REAJUSTE DE 12,7% PARA O PISO REGIONAL!

Acaba de ser aprovado o reajuste de 12,7% para o piso regional do estado do Rio Grande do Sul, que entrará em vigor em 1º de fevereiro de 2014.

Com a presença de várias lideranças sindicais, dentre elas representantes de várias centrais sindicais, a Assembleia Legislativa gaúcha, atendendo convocação extraordinária, votou nesse dia 26 o projeto de lei que reajusta o piso regional do Rio Grande do Sul para o ano de 2014.
Com o índice aprovado, o piso regional será 1,20% acima do salário mínimo nacional que terá seu reajuste entrando em vigor a partir de 1º de janeiro de 2014 e passará a valer R$ 724,00.
A 3ª faixa do piso estadual gaúcho, onde estão os trabalhadores ligados ao ramo da alimentação ficará em R$ 908,12; As demais faixas terão: 1ª - R$ 868,00; 2ª - 887,98; 4ª - 943,98; 5ª - R$ 1.100,00 (faixa nova para técnicos em nível médio.)


Por: Luiz Araújo  

TERÇA-FEIRA, 10 DE DEZEMBRO DE 2013

O EXEMPLO DE MANDELA!

Artigo: por Darci Rocha e Luiz Araújo

Quanto mais lemos sobre Nelson Mandela, menos entendemos o porquê de tantas pessoas da elite, instituições como a mídia e  muitos governantes de nações poderosas prestarem homenagem a ele.
Mandela viveu e morreu defendendo ideais que a elite mundial mais abomina, como igualdade de direitos, respeito a seres humanos e a vida. Nelson Mandela falava em povo, em coletivo, não em indivíduos!
Desde quando a mídia e as chamadas nações poderosas, com suas práticas de glamorização do indivíduo, de exaltação a elite e todos seus conceitos de vida excludentes, predatórios e discriminatórios, que valorizam mais o bem material do que a vida, mudaram de opinião?
Quem abre um jornal, liga uma TV ou acessa um site, pode até pensar que Nelson Mandela, além de todo o bem que fez a humanidade, e olhem que não foi pouco, também conseguiu operar o milagre de conscientizar a elite e o aparato midiático, que defende seus interesses, a deixarem de valorizar tanto o lucro e a futilidade.
Mas basta olhar para o interior de uma fábrica, para o interior de uma plantação, para bairros e favelas ou continentes como a própria África, para que se constate que abominações como escravidão, exploração infantil,  violência contra a mulher, racismo, assédio moral e tantas outras formas de desrespeito a dignidade e a vida no planeta são práticas cotidianas de muitos hipócritas que exaltam Mandela.
Tudo bem que não se pode subestimar o "poder" de persuasão que esse jogo de cena traz, não é a toa que o enforcamento de tantos inocentes em praça pública em um certo 1º de maio ou o assassinato de várias mulheres queimadas vivas em uma fábrica, em um certo 8 de março, virou motivo de festa e comemoração ao invés de datas de reflexão de todo o mal que a ganância pode causar.
Tomara que nunca esqueçamos quem foi esse líder, pelo que lutou e viveu, para que saibamos sempre identificar se estamos diante de pessoas, instituições ou governantes que  lamentam profundamente a falta de um grande exemplo, ou diante de pessoas, instituições ou governantes que são um grande e profundo exemplo lamentável que não fará a menor falta.


SEGUNDA-FEIRA, 9 DE DEZEMBRO DE 2013

ATIVIDADES DO RAMO DA ALIMENTAÇÃO JUNTO COM A CNTA!

Nessa reta final do ano de 2013, a CNTA - Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins, através de sua sala de apoio para os sindicatos da alimentação da região sul, tem participado de diversas atividades.
Neste dia 6 de dezembro, os sindicatos de trabalhadores nas industrias da alimentação ligados a CNTA estiveram presentes na 18ª edição da Marcha dos Sem, levando as ruas seu protesto pela ofensiva empresarial que visa eliminar direitos históricos da classe trabalhadora, como o projeto de lei que autoriza a terceirização nas atividades fins das empresas.

Veja a lista de feriados nacionais e pontos facultativos de 2014


Abril terá folga prolongada, mas 2º semestre tem feriados aos domingos.
Datas nacionais foram publicadas no Diário Oficial da União.
O governo divulgou nesta segunda-feira (6) os feriados nacionais e pontos facultativos de 2014. Ao todo, são 16 datas, sendo nove feriados nacionais e sete pontos facultativos. As datas foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU).
Em abril, haverá um feriado prolongado, que emenda os feriados da Sexta-feira da Paixão (18) e de Tiradentes (21), que cai na segunda-feira.
Já o segundo semestre terá muitos feriados durante os fins de semana. Os dias da Independência, de Nossa Senhora Aparecida e de Finados caem em um domingo, enquanto a Proclamação da República será lembrada em um sábado.
Veja na lista abaixo os feriados e pontos facultativos nacionais – não estão incluídas as datas comemorativas estaduais e municipais:
- 1° de janeiro: Confraternização Universal (feriado nacional) – quarta-feira
- 3 de março: Carnaval (ponto facultativo) – segunda-feira
- 4 de março: Carnaval (ponto facultativo) – terça-feira
- 5 de março: Quarta-feira de Cinzas (ponto facultativo até as 14h) – quarta-feira
- 18 de abril: Paixão de Cristo (feriado nacional) – sexta-feira
- 21 de abril: Tiradentes (feriado nacional) – segunda-feira
- 1° de maio: Dia Mundial do Trabalho (feriado nacional) – quinta-feira
- 19 de junho: Corpus Christi (ponto facultativo) – quinta-feira
- 7 de setembro: Independência do Brasil (feriado nacional) – domingo
- 12 de outubro: Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional) – domingo
- 28 de outubro: Dia do Servidor Público (ponto facultativo) – terça-feira
- 2 de novembro: Finados (feriado nacional) – domingo
- 15 de novembro: Proclamação da República (feriado nacional) – sábado
- 24 de dezembro: véspera de Natal (ponto facultativo após as 14h) – quarta-feira
- 25 de dezembro: Natal (feriado nacional) – quinta-feira
- 31 de dezembro: véspera de Ano Novo (ponto facultativo após as 14h) – quarta-feira
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Convém -se esclarecer que CARNAVAL não é feriado e sim PONTO FACULTATIVO, ficando a critério de cada empresa o feriado.