Sindicato da Alimentação de Alegrete

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Marcos Rosse-Presidente

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

PERGUNTAS DIFÍCEIS



São Pedro, na triagem celeste, perguntou para o Americano:
- O que é mole, mas na mão das mulheres FICA duro?
O Americano pensou e disse:
- Esmalte.
- Muito bem, pode entrar - disse São Pedro.
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Perguntou ao italiano:
- Onde as mulheres têm o cabelo mais enrolado?
O Italiano respondeu:
- Na África.
- Certo. Pode entrar.
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Para o Alemão :
- O que as mulheres tem que tem seis letras, começa por B, termina com A não sai DA cabeça dos homens?
O Alemão respondeu:
- A Beleza ..
- Certo. Pode entrar.
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Para o Francês:
- O que as mulheres têm no meio das pernas?
O Francês respondeu:
- O Joelho.
- Muito Bem. Pode entrar também.
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E perguntou ao Inglês:
- O que é que a mulher casada tem mais larga que a solteira?
O Inglês respondeu:
- A cama.
- Ótimo. Pode entrar.
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E ao Espanhol:
- O que é redondo, tem duas letras, um furo no meio, começa com C, quem dá FICA feliz e quem ganha FICA mais ainda?
O Espanhol respondeu:
- CD!
-Certo! Entre também...!!!
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E ao Canadense:
- O que começa com B termina com A e para as mulheres usarem têm que abrir as pernas??
O Canadense respondeu:
- Bicicleta !
- Excelente! Entre também .. !!!
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O brasileiro virou-se e foi saindo de fininho...
São Pedro chamou-o :
- Você não vai responder à sua pergunta?
O brasileiro falou:
- Sem chance. Errei todas as anteriores ...

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Protesto de ex-funcionários do Frigorífico Piratini pede agilizada em julgamento do processo

funcionários do Frigorífico Piratini realizam manifestação em frente à Justiça do Trabalho

Cerca de 60 ex-funcionários do antigo Frigorífico Piratini realizaram na tarde desta terça-feira (30 de agosto) um protesto em frente ao prédio da Justiça do Trabalho em Bagé. No local ocorreu a audiência de conciliação entre o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação de Bagé e a direção da empresa. Com faixas e cartazes, os trabalhadores pediam agilidade na resolução do processo, que já dura mais de 20 anos. Em 1991, o frigorífico fechou as portas, deixando 139 funcionários sem emprego. Até hoje alguns sequer tiveram a baixa na Carteira de Trabalho.

Muitos cidadãos buscam receber os valores devidos pela empresa às sucessões. É o caso de Zula Mar Moreira, que atuava no setor de miudezas do Piratini. O marido, Jaire Moreira, também ex-funcionário do frigorífico, morreu esperando a sentença. “Estamos cansados. São anos de reuniões, audiências e nada. Decidimos mobilizar o pessoal para que a Justiça nos dê uma esperança de dar um fim nessa espera”, afirma Zula Mar.

A audiência foi presidente pelo juiz do Trabalho, Jarbas Marcelo Reinicke. O ex-proprietário do Piratini, Odoaldo Aldado, esteve presente. Representando os trabalhadores estiveram o presidente do STIA/Bagé, Luiz Carlos Cabral, o advogado do Sindicato, Álvaro Meira, além de um grupo de ex-funcionários. Como a empresa foi taxativa em afirmar a impossibilidade de acordo, foi marcado o julgamento da ação para o dia 8 de setembro.

O presidente do STIA destacou a importância da iniciativa dos trabalhadores em sensibilizar o Judiciário com a ação. “Estas pessoas estão de parabéns porque tiveram seus direitos negados e estão buscando receber os valores a que tem direito de forma pacífica e se mobilizando”, ressalta Cabral.

Tão logo a audiência foi encerrada, Meira e Cabral reuniram-se com os trabalhadores para explicar o que havia ocorrido. O valor já depositado em juízo referente à ação está ao redor de R$ 250 mil. “Acredito que, do jeito que está a ação, os trabalhadores irão vencer a causa”, salientou o advogado.
Manifestação dos trabalhadores já dura quase 20 anos
Ato ocorreu em frente ao prédio da Justiça do Trabalho -
crédito Emanuel Müller. Jornalista responsável:

Emanuel Müller
MTE - 9810
Assessoria de Comunicação STIA/Bagé
(53) – 9972 - 5797

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Negociação com setor de padarias, engenhos, laticínios e pequenos frigoríficos / Retorno das contrações no Marfrig em Bagé e Hulha Negra - STIA - BAGÉ

URGENTE - Negociação com setor de padarias, engenhos, laticínios e pequenos frigoríficos / Retorno das contrações no Marfrig em Bagé e Hulha Negra - STIA - BAGÉ
Quinta-feira, 25 de Agosto de 2011 18:21
Indefinição sobre negociação salarial no setor de padarias, engenhos, laticínios e pequenos frigoríficos preocupa STIA/Bagé
A negociação para o Acordo Coletivo entre o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação de Bagé (STIA) e o sindicato patronal para padarias, engenhos, laticínios e pequenos frigoríficos não apresentou evolução nos últimos dias. Embora a data-base da categoria seja 1º de junho, o impasse permanece. Há pouco tempo fui ajuizado o Dissídio Coletivo perante o Tribunal Regional do Trabalho da 4º Região. A data da audiência ainda não foi marcada.
Conforme o presidente do STIA/Bagé, Luiz Carlos Cabral, o único avanço nas negociações até agora é quanto à questão salarial (reposição da inflação mais 2% de aumento real). “Os trabalhadores lamentam esta falta de sensibilidade em relação a melhores condições de trabalho. As empresas, em especial os engenhos de arroz, utilizam máquinas com a mais alta tecnologia para produzir, mas se esquecem do seu principal equipamento, que é o funcionário”, Cabral.
Uma das conseqüências da demora do Acordo deve ser que, a partir de 2012, o STIA entre nas negociações em nível estadual, onde os benefícios estendidos aos trabalhadores são maiores. O exemplo é citado em relação ao piso normativo para o setor de arroz e panificação. No Rio Grande do Sul o valor é de R$ 694,20, auxílio-escolar de R$ 346,00, entre outros itens. “Em Bagé o piso normativo oferecido às mesmas categorias não passa de R$ 660. Os empresários seguem com capacidade de investimento, ninguém aqui é pior do que em outros municípios”, ressalta o dirigente sindical.
Apesar das dificuldades, Cabral mostra-se disposto a seguir os contatos com o sindicato patronal. “Mesmo tendo ajuizado o Dissídio estamos abertos ao diálogo. O pedido foi feito para assegurar o mínimo de direitos aos trabalhadores”, reitera.

Depois da mobilização do STIA/Bagé contra demissões, Marfrig volta a contratar na região
Depois da preocupação com o momento de demissões nas unidades do grupo Marfrig em Bagé e Hulha Negra, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação percebe mudanças no panorama. Embora o presidente da entidade, Luiz Carlos Cabral, destaque que o ritmo é lento e o processo ocorre em número reduzido, algumas contratações já estão sendo realizadas pelos frigoríficos. Cerca de 10 trabalhadores foram admitidos na unidade de Bagé e 30 em Hulha Negra nos últimos dias.
De acordo com Cabral, houve inclusive o aumento da oferta de animais para abate. Por outro lado, a informação traz preocupação ao sindicato. “Estão limitando o número de abates porque o número de funcionários é reduzido. O problema é que o mesmo trabalhador está exercer duas ou três funções, resultando em sobrecarga, afastamentos, lesões e encaminhamentos para a Previdência Social”, salienta o presidente do STIA. O assunto, inclusive, foi tratado em recente encontro com a direção do Marfrig.
O Sindicato, conforme Cabral, não tem poder de ingerência nas contratações e demissões, mas quando elas acontecem em grande número a situação afeta toda a comunidade regional. Os frigoríficos estão entre os maiores empregadores da Campanha gaúcha. “Cabe a nós cobrarmos o porquê destas demissões acima da rotina. Afinal, as grandes empresas recebem incentivos dos governos, inclusive 40% do valor emprestado pelo BNDES tem origem no Fundo de Amparo ao Trabalhador. Sem falar nos programas desenvolvidos pelo Governo do Estado. O que se espera, no mínimo, é que os grupos cumpram com o seu papel social, de manter os empregos”, afirma Cabral.


Jornalista responsável: Emanuel Müller
MTE 9810
Assessoria de Comunicação Social – STIA/Bagé
(53) – 9972-5797 – 3242-3778

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

TORNEIO DE FUTEBOL DE SALÃO !!!


O sindicato da Alimentação de Alegrete promoveu um torneio de futebol de salão nos dias 20 e 21 de agosto no salão do IEOA.Instituto Osvaldo Aranha, que contou com 14 times das empresas CAAL, MARFRIG, e Padaria Rosariense, com árbitros da ASSARFA e coordenação do professor PAVANI, e coordenado pelo diretores Romário, João Batista e Edilson, a Direção do STIAA agradece a participação de todos os atletas e familiares que participaram deste evento que uniu a categoria da Alimentação em Alegrete
Campeão : CAAL Manutenção
2º lugar : coríntias CAAL
3º lugar: Usina CAAL
4 lugar : MARFRIG ABC
Goleador :Amantino Zogson Manutenção CAAL ( 08 gols marcados)
Goleiro menos vazado: Tiago Fonseca , Manutenção CAAL (03 gols sofrido )
Troféu Disciplina: Marfrig ABC

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

convite


A empresa que constituir CIPA

É bom ler tudo isto direitinho!.


Qualquer acidente no trabalho,

pode pela lei

responsabilizar civil e criminalmente as chefias,

por mais que as mesmas tentem "lavar as mãos"

e dizer que nada tem a ver com o assunto.


CUIDADO!!!


As empresas mais atrasadas

nas suas técnicas e métodos de gerenciamento

ou que apostam na ignorância dos Trabalhadores

para elevar a produtividade às raias do inconcebível,

racionalizando e flexibilizando a mão-de-obra,

através de programas que só procuram

o aumento do ritmo de trabalho

e a exploração de quem produz,

além de apostar no atraso do país,

estão usando as suas lideranças

como buchas de canhão,

para que exponham a cara por elas.


Há empresas, que se dizem grandes,

que nem o CAT (Comunicado de Acidente no Trabalho)

fazem.


CUIDADO, MAIS UMA VEZ!!!


**************


A empresa que constituir CIPA deverá observar os seguintes itens:


a) A CIPA será composta de representantes do empregador, por ele designado, e dos representantes dos empregados eleitos.
b) Todo estabelecimento que não se enquadrar no Quadro I da NR-5, deverá designar um responsável pelo cumprimento da norma.


Processo Eleitoral


C1) É de responsabilidade do empregador convocar as eleições para escolha dos representantes dos empregados, sessenta dias antes do término do mandato.
C2) O edital de convocação deverá ficar fixado durante quinze dias, de maneira que todos os empregados que queiram se candidatar tomem ciência e se inscrevam.

a) No ato da inscrição o candidato deverá receber um recibo;
b) Todos os candidatos inscritos terão garantia de emprego até a eleição;

C3) O empregador deverá constituir a Comissão Eleitoral cinqüenta dias antes do término da gestão em curso, que será responsável pela organização e acompanhamento do processo eleitoral.
C4) Deverá ser publicado em Edital de Divulgação o nome dos empregados que se candidataram, esse deverá estar fixado durante quinze dias, de maneira que todos os empregados tomem ciência dos candidatos inscritos.
C5) Deverá ser realizada a eleição no prazo de trinta dias antes do término do mandato.

a) Durante a eleição respeitar os turnos de trabalho;
b) Folha de votação deverá ser assinada por todos os empregados que votarem;
c) Durante a eleição o voto deverá ser secreto;
d) Todo empregado do estabelecimento tem o direito a voto;

C6) Os representantes eleitos e designados deverão ser empossados, com o devido treinamento de 20 horas conforme a NR-5, no primeiro dia útil após o término do mandato em curso.
C7) A empresa deverá protocolizar (requerimento) em até dez dias, na unidade descentralizada do Ministério do Trabalho, as cópias das atas de eleição de Instalação e Posse, e os Calendários anuais de reuniões, constando dia, hora e local, sendo doze reuniões entre o inicio e o término do mandato.
C8) Protocolizada a documentação na Delegacia Regional do Trabalho, o empregador não poderá desativar a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes CIPA, antes do término do mandato, exceto no caso de encerramento das atividades do estabelecimento.


Atribuições dos Representantes da CIPA


D1) Divulgar aos trabalhadores informações relativas à segurança e saúde no trabalhado;
D2) Divulgar e promover o cumprimento das normas regulamentadoras;
D3) Colaborar no desenvolvimento e implementação do PCMSO e PPRA;
D4) Promover anualmente em conjunto com o SESMT, se houver, a semana interna de prevenção do trabalho - SIPAT;
D5) As atas de reuniões deverão ficar no estabelecimento a disposição dos agentes de inspeção do trabalho;
D6) As atas de reuniões deverão ser assinadas pelos presentes com encaminhamento de cópias para todos os membros.

Observações Gerais:


a) A CIPA deverá ser constituída por estabelecimento.
b) No caso de empreiteiras ou empresas de prestação de serviços, considera-se estabelecimento o local em que seus empregados estiverem exercendo suas atividades.
c) A empresa deverá guardar os documentos relativos à eleição, por um período de cinco anos.
d) As empresas ligadas a transportes deverão verificar Portaria Nº 25 de 27 de maio de 1.999 e Portaria 16 de 10 de maio de 2.001. e) As empresas que constam nos grupos C 18 e C-18a na Portaria N º 08 de fevereiro de 1.999, deverão verificar a Portaria Nº 24 de 27 de Maio de 1.999.
f) As empresas ligadas a Mineração ou permissionário de lavra Garimpeira, deverão verificar NR-22.36.
g) É considerado empregado, para fins de constituição da CIPA, a pessoa que preste serviço de natureza não eventual ao empregador, sob dependência e mediante salário.
h) O mandato dos membros da CIPA terá a duração de um ano, permitida uma reeleição (manual da CIPA NR5 item 5.7).
i) É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa do empregado eleito para cargo de direção da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes desde o registro de sua candidatura até um ano após o final de seu mandato.
j) Caso o empregado queira sair da CIPA, o mesmo deverá solicitar por escrito ao presidente da comissão, informando ao empregador e este comunicando Ministério do Trabalho a saída do representante como a posse de outro para substituí-lo.
k) Toda Legislação, de Segurança e Saúde do Trabalhador esta a disposição no site:www.mte.gov.br. *reeleição é a eleição subseqüente.

Informativo Fenascon .

15/08/2011 - Informativo Fenascon

Empregado que não contribui com sindicato não tem direito aos benefícios previstos em Convenção Coletiva

O Juiz da 30ª Vara do Trabalho de São Paulo sentenciou como inaplicável as vantagens negociadas para a Convenção Coletiva de Trabalho aos empregados não sindicalizados. Ou seja, a aqueles que não contribuem com a entidade sindical de sua categoria não cabem também o direito de usufruir dos benefícios previstos na Convenção Coletiva. A sentença proferida é referente ao processo nº 01619-2009-030-00-9, item 6.

Em sua transcrição, o Juiz Eduardo Rockenbach Pires defendeu o trabalho das entidades sindicais e destacou a importância da participação do trabalhador da categoria. “Item 6 - O autor sustentou não ser sindicalizado e, por isso, negou-se a contribuir para a entidade sindical dos trabalhadores. A despeito disso, não menos certo é que as entidades sindicais devem ser valorizadas, e precisam da participação dos trabalhadores da categoria (inclusive financeira), a fim de se manterem fortes e aptas a defenderem os interesses comuns. Aliás, como qualquer associação de particulares.”

Baseado neste argumento, o Juiz disse ser justo que o autor não se beneficie das vantagens negociadas pelo sindicato a favor da categoria, já que o mesmo se recuse em contribuir com a entidade. “Por estas razões, não procedem os pedidos pertinentes a direitos previstos na convenção coletiva de trabalho, conforme os tópicos respectivos”, conclui o Juiz referente ao item da Inaplicabilidade da Convenção Coletiva de Trabalho

Cabe ressaltar que a sentença citada serve como parâmetro para outros processos, reforçando os objetivos do sistema sindical e destacando ainda mais a importância das negociações e das convenções coletivas de trabalho.

A íntegra da sentença pode ser consultada no site da FEACC –SP (Federação dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio do Estado de SP) - http://www.feaac.org.br/noticias/67-noticias-em-destaque/1689-comunicado-empregado-que-nao-contribui-com-sindicato-nao-tem-direito-aos-beneficios-previstos-em-convencao-coletiva